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	<title>Introdu&#231;&#227;o ao Jornalismo - Famecos</title>
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	<description>Esse blog &#233; para divulgar alguns textos criados por alunos da cadeira de Introdu&#231;&#227;o ao Jornalismo da Famecos / PUCRS. S&#227;o as primeiras aventuras dos futuros comunicadores. O espa&#231;o serve tamb&#233;m para uma discuss&#227;o sobre a profiss&#227;o.</description>
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		<title>Ministro est&#225; de brincadeira</title>
		<link>http://introjornalismo.blog.terra.com.br/ministro_esta_de_brincadeira</link>
		<dc:date>20.09.08</dc:date>
		<dc:creator>Fábian</dc:creator>
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		<description>ANJ n&#227;o aceita quebra em sigilo de fontes jornal&#237;sticas A Associa&#231;&#227;o Nacional de Jornais (ANJ) divulgou nesta quinta-feira, 18, nota de rep&#250;dio a proposta do ministro Nelson Jobim sobre a quest&#227;o do sigilo da fonte. O documento &#233; assinado por J&#250;lio C&#233;sar Mesquita, vice-presidente da ANJ e respons&#225;vel pelo Comit&#234; de Liberdade de Express&#227;o, e diz o seguinte: &#8220;A Associa&#231;&#227;o Nacional de Jornais repudia qualquer mudan&#231;a no princ&#237;pio constitucional do sigilo da fonte, conforme foi lamentavelmente proposto pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim. Se a Constitui&#231;&#227;o determina, em seu artigo 5&#186;, que '&#233; assegurado a todos o acesso &#224; informa&#231;&#227;o e resguardado o sigilo da fonte, quando necess&#225;rio ao exerc&#237;cio profissional', isso ocorre porque se trata de pressuposto b&#225;sico da pr&#243;pria liberdade de imprensa. Obrigar o jornalista, em qualquer circunst&#226;ncia, a revelar a fonte de sua informa&#231;&#227;o &#233;, na pr&#225;tica, impedir o pleno exerc&#237;cio profissional e cercear o direito dos cidad&#227;os de serem livremente informados. O sigilo da fonte tem sido, historicamente, base da transpar&#234;ncia nas sociedades verdadeiramente democr&#225;ticas. A relativiza&#231;&#227;o desse princ&#237;pio maior da democracia, a prop&#243;sito de facilitar investiga&#231;&#245;es policiais, seria um grave e irrepar&#225;vel equ&#237;voco. Sem a garantia do sigilo da fonte, os maiores benefici&#225;rios seriam aqueles que atentam contra os valores da sociedade e que veriam dificultadas as den&#250;ncias de seus atos criminosos.&#34; (site coletiva.net) 
Entenda o caso - O ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse na &#250;ltima quarta-feira (17 de setembro), na CPI dos Grampos, que o Supremo Tribunal Federal (STF) deve decidir sobre a possibilidade de relativizar o sigilo da fonte para jornalistas em casos de il&#237;citos criminais. N&#227;o obstante, Jobim tamb&#233;m questionou a publica&#231;&#227;o de informa&#231;&#245;es provenientes de grampos ilegais, e se tal divulga&#231;&#227;o estaria ou n&#227;o de acordo com a liberdade de imprensa. &#34;Se &#233; poss&#237;vel ser relativizado o sigilo da fonte em casos de il&#237;citos criminais, isso o STF tem que decidir (...) H&#225; casos em que o STF relativizou valores constitucionais devido a outros valores constitucionais&#34;, disse. &#34;A quest&#227;o &#233; saber como compatibilizar e se &#233; ou n&#227;o compat&#237;vel a responsabilidade de divulga&#231;&#227;o [dos grampos] com a liberdade de imprensa&#34;, completou. A discuss&#227;o sobre o tema come&#231;ou quando alguns deputados da CPI dos Grampos questionaram o ministro sobre a aus&#234;ncia de provas na mat&#233;ria da revista Veja para a derrubada da c&#250;pula da Abin, acusada de ser a respons&#225;vel pelo grampo entre o presidente do Supremo, Gilmar Mendes, e o senador Dem&#243;stenes Torres. O ministro alegou que, devido &#224; confirma&#231;&#227;o dos grampeados, ficou patente que a conversa foi gravada e reiterou que a decis&#227;o de afastar a dire&#231;&#227;o da Abin foi pol&#237;tica, e n&#227;o baseada em inqu&#233;ritos criminais. </description>
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	<item rdf:about="http://introjornalismo.blog.terra.com.br/a_briga_pela_audiencia_e_o_mau_jornalism">
		<title>A briga pela audi&#234;ncia e o mau jornalismo</title>
		<link>http://introjornalismo.blog.terra.com.br/a_briga_pela_audiencia_e_o_mau_jornalism</link>
		<dc:date>22.05.08</dc:date>
		<dc:creator>Fábian</dc:creator>
		<dc:subject></dc:subject>
		<description>Isso que aconteceu na ter&#231;a-feira &#233; o retrato do que vivemos no Brasil: uma busca louca por dar primeiro uma not&#237;cia sem a m&#237;nima responsabilidade de checar se ela &#233; verdadeira ou n&#227;o. Vejam abaixo o que saiu no portal comunique-se (www.comuniquese.com.br). Lament&#225;vel, mas isso parece ser uma coisa cada vez mais normal entre os ve&#237;culos. &#201; um exemplo do p&#233;ssimo jornalismo que fazemos.
TV d&#225; barriga e sites repercutem sem checar O inc&#234;ndio que atingiu na tarde da ter&#231;a-feira (20/05) um pr&#233;dio localizado em Moema, na zona sul de S&#227;o Paulo, foi manchete, por alguns minutos, dos principais sites de not&#237;cia do Pa&#237;s. O problema &#233; que, na pressa para informar seus leitores, alguns ve&#237;culos online se basearam em informa&#231;&#227;o da Globonews de que um avi&#227;o havia se chocado com o pr&#233;dio e n&#227;o tiveram o cuidado de checar. &#8220;Avi&#227;o atinge pr&#233;dio em S&#227;o Paulo&#8221; era uma das manchetes do Globo Online. Ao perceber o erro, minutos depois, o t&#237;tulo mudou para &#34;Inc&#234;ndio atinge pr&#233;dio em S&#227;o Paulo&#34;. O UOL j&#225; foi mais categ&#243;rico: &#8220;Avi&#227;o da Pantanal cai na zona sul de S&#227;o Paulo&#8221;. A ombudsman do Portal, Tereza Rangel, n&#227;o perdeu tempo. Lamentou que mal estreou a nova central de jornalismo e j&#225; caiu na tenta&#231;&#227;o de copiar informa&#231;&#227;o da TV. &#8220;A &#8216;informa&#231;&#227;o&#8217; estava errada. Quando percebeu o erro, o UOL mudou o texto (sem alterar o hor&#225;rio), tirou o assunto da manchete e simplesmente adotou a f&#243;rmula &#34;a informa&#231;&#227;o inicial era de que um avi&#227;o da Pantanal teria se chocado contra um pr&#233;dio residencial, mas ela foi desmentida minutos depois pela Infraero, pelos Bombeiros e pela pr&#243;pria companhia&#34;. A ressalva n&#227;o pode servir de desculpa para que n&#227;o seja feita uma errata, at&#233; porque o t&#237;tulo do texto afirmava, categoricamente, que o avi&#227;o ca&#237;ra. Se o UOL levou a &#8216;not&#237;cia&#8217; &#224; sua manchete &#233; porque precipitou-se e, sem apura&#231;&#227;o pr&#243;pria, comprou a vers&#227;o da TV, disseminando entre os internautas que houvera um acidente inexistente. A pr&#225;tica de cozinhar e assumir informa&#231;&#245;es (certas ou erradas) da TV e r&#225;dio &#233; comum em portais da Internet, mas n&#227;o deveria ser adotada pelo UOL&#8221;. Em resposta, o gerente de not&#237;cias do UOL, Rodrigo Flores, prometeu fazer uma errata. Mario Vitor Santos, ombudsman do iG, tamb&#233;m n&#227;o deixou passar o erro. &#34;O iG acaba de anunciar erradamente a queda de um avi&#227;o em bairro residencial de S&#227;o Paulo. A not&#237;cia ('Avi&#227;o cai em bairro residencial de S&#227;o Paulo') n&#227;o se confirmou. O texto era lido a partir da manchete da capa do iG. Foi colocado como um link da manchete que anunciava um inc&#234;ndio na capital. Minutos depois da not&#237;cia errada do desastre, mais grave ainda numa cidade j&#225; traumatizada por acidentes desse tipo nas imedia&#231;&#245;es do aeroporto de Congonhas, a not&#237;cia foi retirada do ar. A manchete passou a anunciar um inc&#234;ndio numa f&#225;brica de colch&#245;es. O iG precipitou-se e errou. Deve ter confiado em quem n&#227;o deveria. Atribuiu o erro &#224; Infraero. Certamente n&#227;o verificou a informa&#231;&#227;o antes de lev&#225;-la ao ar. Precisa avaliar isso, e corrigir com o mesmo destaque dado ao falso acidente de avi&#227;o. Al&#233;m disso, precisa agora acompanhar correta e cautelosamente o inc&#234;ndio que de fato parece ter existido&#34;. A assessoria de imprensa da Infraero disse ao Comunique-se que em nenhum momento confirmou a not&#237;cia de queda de um avi&#227;o. A Central Globo de Comunica&#231;&#227;o informou em comunicado: &#8220;A respeito do inc&#234;ndio ocorrido hoje &#224; tarde em S&#227;o Paulo, a Globo News, como um canal de noticias 24 horas, p&#244;s no ar imagens do fogo assim que as captou. Como &#233; normal em canais de not&#237;cias, apurou as informa&#231;&#245;es simultaneamente &#224; transmiss&#227;o das imagens. A primeira informa&#231;&#227;o sobre a causa do inc&#234;ndio recebida pela Globo News foi a de que um avi&#227;o teria se chocado com um pr&#233;dio na regi&#227;o do Campo Belo, Zona Sul de S&#227;o Paulo. Naquele momento bombeiros e Infraero ainda n&#227;o tinham informa&#231;&#227;o sobre o ocorrido. As equipes da pr&#243;pria Globo News constataram que n&#227;o havia ocorrido queda de avi&#227;o e desde ent&#227;o esclareceu que se tratava de um inc&#234;ndio em um pr&#233;dio comercial. Poucos minutos depois o Corpo de Bombeiros confirmou tratar-se de um inc&#234;ndio em uma loja de colch&#245;es&#8221;. </description>
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	<item rdf:about="http://introjornalismo.blog.terra.com.br/liberdade_para_a_imprensa">
		<title>Liberdade para a imprensa</title>
		<link>http://introjornalismo.blog.terra.com.br/liberdade_para_a_imprensa</link>
		<dc:date>02.05.08</dc:date>
		<dc:creator>Fábian</dc:creator>
		<dc:subject></dc:subject>
		<description>Existem entidades que trabalham fortemente em busca da liberdade de express&#227;o. No lado da imprensa, ent&#227;o, temos v&#225;rias. A mat&#233;ria publicada abaixo (do site www.comunique.com.br) mostra uma realidade cada vez mais assutadora. Sem o trabalho livre da imprensa, muitos pa&#237;ses afundar&#227;o, j&#225; que n&#227;o ter&#227;o mais o aux&#237;lio externo de fiscaliza&#231;&#227;o dos direitos dos cidad&#227;os. A mat&#233;ria abaixo merece uma s&#233;ria reflex&#227;o. Boa leitura!
Freedom House aponta decl&#237;nio na liberdade de imprensa no mundo Relat&#243;rio que a organiza&#231;&#227;o Freedom House, entidade civil dedicada &#224; promo&#231;&#227;o da democracia, apresenta na quarta-feira (30/04) em Washington aponta uma retra&#231;&#227;o na liberdade de imprensa em todo mundo. &#8220;Para cada passo &#224; frente, h&#225; dois passos para tr&#225;s&#8221;, compara a diretora executiva da Freedom House, Jennifer Windsor. O estudo Liberdade de Imprensa 2008: Uma Pesquisa Global sobre Independ&#234;ncia da M&#237;dia tra&#231;a um mapa mundial baseado em dados do ano passado. Dos 195 pa&#237;ses e territ&#243;rios analisados, 72 (37%) foram classificados como Livres, 59 (30%) como Parcialmente Livre e 64 (33%) como N&#227;o Livres. O decl&#237;nio da liberdade de imprensa em cada na&#231;&#227;o declinou em rela&#231;&#227;o a 2006. O passo adiante apontado por Jennifer Windsor encontra-se no Oriente M&#233;dio e na &#193;frica do Norte. O estudo atribui a melhora a um crescente n&#250;mero de jornalistas comprometidos a fiscalizar os governos &#8211; e a cria&#231;&#227;o de condi&#231;&#245;es para a fiscaliza&#231;&#227;o &#8211; e avan&#231;os t&#233;cnicos, como acesso &#224; TV via sat&#233;lite e internet. J&#225; o passo para tr&#225;s est&#225; no Leste da Europa e nas ex-rep&#250;blicas sovi&#233;ticas. Somente 18% da regi&#227;o vive em pa&#237;ses com m&#237;dia livre. R&#250;ssia, Ge&#243;rgia e Quirguist&#227;o apresentar&#227;o as maiores quedas nos &#237;ndices. Na &#193;sia e Pac&#237;fico, as restri&#231;&#245;es se acentuam em Paquist&#227;o, Bangladesh e Sri Lanka. Na &#193;frica Sub-saariana est&#227;o tr&#234;s dos cincos rebaixamentos de categorias: Benin foi de Livre para Parcialmente Livre e &#193;frica Central e Niger ca&#237;ram para N&#227;o Livre. Am&#233;ricas Sobre as Am&#233;ricas, o estudo apresenta preocupa&#231;&#245;es com a viol&#234;ncia contra jornalistas no M&#233;xico e a transfer&#234;ncia da Guiana para Parcialmente Livre. Na Europa, decl&#237;nios em Portugal, Malta e Turquia &#8211; o &#250;nico pa&#237;s Parcialmente Livre no continente. O relat&#243;rio ser&#225; lan&#231;ado oficialmente no Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, 03/05. A apresenta&#231;&#227;o de hoje, no rec&#233;m-inaugurado Newseum de Washington, ter&#225; a exibi&#231;&#227;o do Mapa da Liberdade de Imprensa 2008. </description>
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	<item rdf:about="http://introjornalismo.blog.terra.com.br/caso_isabella_x_ibope">
		<title>Caso Isabella X Ibope</title>
		<link>http://introjornalismo.blog.terra.com.br/caso_isabella_x_ibope</link>
		<dc:date>18.04.08</dc:date>
		<dc:creator>Fábian</dc:creator>
		<dc:subject></dc:subject>
		<description>Aidna vamos falar em sala de aula sobre o caso Isabella. Assim que tudo acabar vamos discutir o papel da imprensa nisso. Mas vejam como o espet&#225;culo criado est&#225; dando frutos. Sabendo disso, fica mais f&#225;cil entender o por que de tanto alarde. F&#225;cil de entender, n&#227;o aceitar. O texto abaixo &#233; do portal Comunique-se (www.comuniquese.com.br).
Audi&#234;ncia de telejornais cresce at&#233; 46% com cobertura do caso Isabella Daniel Castro, em sua coluna na Folha de S. Paulo, conta que a trag&#233;dia envolvendo a menina Isabella Nardoni, de cinco anos, morta em S&#227;o Paulo em 6/04, colaborou para que a audi&#234;ncia de programas de TV crescesse at&#233; 46%. Ele cita o Brasil Urgente, da Band, como exemplo. O Jornal da Band chegou a atingir m&#233;dia de 7,5 pontos, um crescimento de 24%. O Balan&#231;o Geral, da Record, registrou 25% de crescimento. A emissora, inclusive, deslocou 30 rep&#243;rteres e produtores e 20 cinegrafistas para cobrir o caso. J&#225; a Globo, cuja equipe respons&#225;vel pela cobertura &#233; formada por 18 rep&#243;rteres, oito produtores e 20 cinegrafistas, comemora um aumento de p&#250;blico de 9% para o Jornal Nacional, como o Jornal da Record, da emissora do bispo e empres&#225;rio Edir Macedo. Gra&#231;as &#224; cobertura do crime, na parte da manh&#227; a Record assumiu a lideran&#231;a. A Band tinha de tr&#234;s a dez equipes (rep&#243;rter e cinegrafista) se dedicando ao crime. Algumas vezes, chegou a ter mais cinco produtores. O SBT mobilizou quatro rep&#243;rteres e sete cinegrafistas &#8211; em S&#227;o Paulo h&#225; nove rep&#243;rteres. </description>
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	<item rdf:about="http://introjornalismo.blog.terra.com.br/aqui_agora_nem_esquentou">
		<title>Aqui Agora nem esquentou</title>
		<link>http://introjornalismo.blog.terra.com.br/aqui_agora_nem_esquentou</link>
		<dc:date>13.04.08</dc:date>
		<dc:creator>Fábian</dc:creator>
		<dc:subject></dc:subject>
		<description>Mais uma vez o Seu S&#237;lvio Santos fez das suas. Pouco depois de trazer para o ar novamente o jornal&#237;stico Aqui Agora, ele deixa a grade de programa&#231;&#227;o para dar espa&#231;o&#160;ao Chaves, Chiquinha e seu Madruga. Ele mesmo, o seriado Chaves assume o hor&#225;rio no SBT. A tentativa da empresa de fazer vingar o Aqui Agora esbarrava no Ibope, sempre baixo. E at&#233; porrada chegou a dar nos est&#250;dios entre um dos &#226;ncoras e um produtor. Veja abaixo a nota divulgada pelo portal Comunique-se (www.comuniquese.com.br). 
SBT demite 40 com o fim do Aqui Agora Quarenta profissionais, entre jornalistas e produtores, de S&#227;o Paulo, Bras&#237;lia, Ribeir&#227;o Preto e Rio de Janeiro foram demitidos do Aqui Agora com a sa&#237;da do programa da grade do SBT. No lugar do jornal&#237;stico, entrar&#227;o os seriados Chaves e As Vis&#245;es de Raven. Internamente, a surpresa &#233; geral. Na quinta (10/04), os profissionais teriam sido avisados que a falta de um acompanhamento da audi&#234;ncia de outras emissoras no hor&#225;rio das 18h &#224;s 19h15 n&#227;o era a principal dificuldade. Nesta sexta (11/04), jornalistas e produtores chegaram ao trabalho e foram demitidos.</description>
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	<title>Introdu&#231;&#227;o ao Jornalismo - Famecos</title>
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	<description>Esse blog &#233; para divulgar alguns textos criados por alunos da cadeira de Introdu&#231;&#227;o ao Jornalismo da Famecos / PUCRS. S&#227;o as primeiras aventuras dos futuros comunicadores. O espa&#231;o serve tamb&#233;m para uma discuss&#227;o sobre a profiss&#227;o.</description>
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	<item rdf:about="http://introjornalismo.blog.terra.com.br/ministro_esta_de_brincadeira">
		<title>Ministro est&#225; de brincadeira</title>
		<link>http://introjornalismo.blog.terra.com.br/ministro_esta_de_brincadeira</link>
		<dc:date>20.09.08</dc:date>
		<dc:creator>Fábian</dc:creator>
		<dc:subject>Escolas e Faculdades</dc:subject>
		<description>ANJ n&#227;o aceita quebra em sigilo de fontes jornal&#237;sticas A Associa&#231;&#227;o Nacional de Jornais (ANJ) divulgou nesta quinta-feira, 18, nota de rep&#250;dio a proposta do ministro Nelson Jobim sobre a quest&#227;o do sigilo da fonte. O documento &#233; assinado por J&#250;lio C&#233;sar Mesquita, vice-presidente da ANJ e respons&#225;vel pelo Comit&#234; de Liberdade de Express&#227;o, e diz o seguinte: &#8220;A Associa&#231;&#227;o Nacional de Jornais repudia qualquer mudan&#231;a no princ&#237;pio constitucional do sigilo da fonte, conforme foi lamentavelmente proposto pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim. Se a Constitui&#231;&#227;o determina, em seu artigo 5&#186;, que '&#233; assegurado a todos o acesso &#224; informa&#231;&#227;o e resguardado o sigilo da fonte, quando necess&#225;rio ao exerc&#237;cio profissional', isso ocorre porque se trata de pressuposto b&#225;sico da pr&#243;pria liberdade de imprensa. Obrigar o jornalista, em qualquer circunst&#226;ncia, a revelar a fonte de sua informa&#231;&#227;o &#233;, na pr&#225;tica, impedir o pleno exerc&#237;cio profissional e cercear o direito dos cidad&#227;os de serem livremente informados. O sigilo da fonte tem sido, historicamente, base da transpar&#234;ncia nas sociedades verdadeiramente democr&#225;ticas. A relativiza&#231;&#227;o desse princ&#237;pio maior da democracia, a prop&#243;sito de facilitar investiga&#231;&#245;es policiais, seria um grave e irrepar&#225;vel equ&#237;voco. Sem a garantia do sigilo da fonte, os maiores benefici&#225;rios seriam aqueles que atentam contra os valores da sociedade e que veriam dificultadas as den&#250;ncias de seus atos criminosos.&#34; (site coletiva.net) 
Entenda o caso - O ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse na &#250;ltima quarta-feira (17 de setembro), na CPI dos Grampos, que o Supremo Tribunal Federal (STF) deve decidir sobre a possibilidade de relativizar o sigilo da fonte para jornalistas em casos de il&#237;citos criminais. N&#227;o obstante, Jobim tamb&#233;m questionou a publica&#231;&#227;o de informa&#231;&#245;es provenientes de grampos ilegais, e se tal divulga&#231;&#227;o estaria ou n&#227;o de acordo com a liberdade de imprensa. &#34;Se &#233; poss&#237;vel ser relativizado o sigilo da fonte em casos de il&#237;citos criminais, isso o STF tem que decidir (...) H&#225; casos em que o STF relativizou valores constitucionais devido a outros valores constitucionais&#34;, disse. &#34;A quest&#227;o &#233; saber como compatibilizar e se &#233; ou n&#227;o compat&#237;vel a responsabilidade de divulga&#231;&#227;o [dos grampos] com a liberdade de imprensa&#34;, completou. A discuss&#227;o sobre o tema come&#231;ou quando alguns deputados da CPI dos Grampos questionaram o ministro sobre a aus&#234;ncia de provas na mat&#233;ria da revista Veja para a derrubada da c&#250;pula da Abin, acusada de ser a respons&#225;vel pelo grampo entre o presidente do Supremo, Gilmar Mendes, e o senador Dem&#243;stenes Torres. O ministro alegou que, devido &#224; confirma&#231;&#227;o dos grampeados, ficou patente que a conversa foi gravada e reiterou que a decis&#227;o de afastar a dire&#231;&#227;o da Abin foi pol&#237;tica, e n&#227;o baseada em inqu&#233;ritos criminais. </description>
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		<title>A briga pela audi&#234;ncia e o mau jornalismo</title>
		<link>http://introjornalismo.blog.terra.com.br/a_briga_pela_audiencia_e_o_mau_jornalism</link>
		<dc:date>22.05.08</dc:date>
		<dc:creator>Fábian</dc:creator>
		<dc:subject>Escolas e Faculdades</dc:subject>
		<description>Isso que aconteceu na ter&#231;a-feira &#233; o retrato do que vivemos no Brasil: uma busca louca por dar primeiro uma not&#237;cia sem a m&#237;nima responsabilidade de checar se ela &#233; verdadeira ou n&#227;o. Vejam abaixo o que saiu no portal comunique-se (www.comuniquese.com.br). Lament&#225;vel, mas isso parece ser uma coisa cada vez mais normal entre os ve&#237;culos. &#201; um exemplo do p&#233;ssimo jornalismo que fazemos.
TV d&#225; barriga e sites repercutem sem checar O inc&#234;ndio que atingiu na tarde da ter&#231;a-feira (20/05) um pr&#233;dio localizado em Moema, na zona sul de S&#227;o Paulo, foi manchete, por alguns minutos, dos principais sites de not&#237;cia do Pa&#237;s. O problema &#233; que, na pressa para informar seus leitores, alguns ve&#237;culos online se basearam em informa&#231;&#227;o da Globonews de que um avi&#227;o havia se chocado com o pr&#233;dio e n&#227;o tiveram o cuidado de checar. &#8220;Avi&#227;o atinge pr&#233;dio em S&#227;o Paulo&#8221; era uma das manchetes do Globo Online. Ao perceber o erro, minutos depois, o t&#237;tulo mudou para &#34;Inc&#234;ndio atinge pr&#233;dio em S&#227;o Paulo&#34;. O UOL j&#225; foi mais categ&#243;rico: &#8220;Avi&#227;o da Pantanal cai na zona sul de S&#227;o Paulo&#8221;. A ombudsman do Portal, Tereza Rangel, n&#227;o perdeu tempo. Lamentou que mal estreou a nova central de jornalismo e j&#225; caiu na tenta&#231;&#227;o de copiar informa&#231;&#227;o da TV. &#8220;A &#8216;informa&#231;&#227;o&#8217; estava errada. Quando percebeu o erro, o UOL mudou o texto (sem alterar o hor&#225;rio), tirou o assunto da manchete e simplesmente adotou a f&#243;rmula &#34;a informa&#231;&#227;o inicial era de que um avi&#227;o da Pantanal teria se chocado contra um pr&#233;dio residencial, mas ela foi desmentida minutos depois pela Infraero, pelos Bombeiros e pela pr&#243;pria companhia&#34;. A ressalva n&#227;o pode servir de desculpa para que n&#227;o seja feita uma errata, at&#233; porque o t&#237;tulo do texto afirmava, categoricamente, que o avi&#227;o ca&#237;ra. Se o UOL levou a &#8216;not&#237;cia&#8217; &#224; sua manchete &#233; porque precipitou-se e, sem apura&#231;&#227;o pr&#243;pria, comprou a vers&#227;o da TV, disseminando entre os internautas que houvera um acidente inexistente. A pr&#225;tica de cozinhar e assumir informa&#231;&#245;es (certas ou erradas) da TV e r&#225;dio &#233; comum em portais da Internet, mas n&#227;o deveria ser adotada pelo UOL&#8221;. Em resposta, o gerente de not&#237;cias do UOL, Rodrigo Flores, prometeu fazer uma errata. Mario Vitor Santos, ombudsman do iG, tamb&#233;m n&#227;o deixou passar o erro. &#34;O iG acaba de anunciar erradamente a queda de um avi&#227;o em bairro residencial de S&#227;o Paulo. A not&#237;cia ('Avi&#227;o cai em bairro residencial de S&#227;o Paulo') n&#227;o se confirmou. O texto era lido a partir da manchete da capa do iG. Foi colocado como um link da manchete que anunciava um inc&#234;ndio na capital. Minutos depois da not&#237;cia errada do desastre, mais grave ainda numa cidade j&#225; traumatizada por acidentes desse tipo nas imedia&#231;&#245;es do aeroporto de Congonhas, a not&#237;cia foi retirada do ar. A manchete passou a anunciar um inc&#234;ndio numa f&#225;brica de colch&#245;es. O iG precipitou-se e errou. Deve ter confiado em quem n&#227;o deveria. Atribuiu o erro &#224; Infraero. Certamente n&#227;o verificou a informa&#231;&#227;o antes de lev&#225;-la ao ar. Precisa avaliar isso, e corrigir com o mesmo destaque dado ao falso acidente de avi&#227;o. Al&#233;m disso, precisa agora acompanhar correta e cautelosamente o inc&#234;ndio que de fato parece ter existido&#34;. A assessoria de imprensa da Infraero disse ao Comunique-se que em nenhum momento confirmou a not&#237;cia de queda de um avi&#227;o. A Central Globo de Comunica&#231;&#227;o informou em comunicado: &#8220;A respeito do inc&#234;ndio ocorrido hoje &#224; tarde em S&#227;o Paulo, a Globo News, como um canal de noticias 24 horas, p&#244;s no ar imagens do fogo assim que as captou. Como &#233; normal em canais de not&#237;cias, apurou as informa&#231;&#245;es simultaneamente &#224; transmiss&#227;o das imagens. A primeira informa&#231;&#227;o sobre a causa do inc&#234;ndio recebida pela Globo News foi a de que um avi&#227;o teria se chocado com um pr&#233;dio na regi&#227;o do Campo Belo, Zona Sul de S&#227;o Paulo. Naquele momento bombeiros e Infraero ainda n&#227;o tinham informa&#231;&#227;o sobre o ocorrido. As equipes da pr&#243;pria Globo News constataram que n&#227;o havia ocorrido queda de avi&#227;o e desde ent&#227;o esclareceu que se tratava de um inc&#234;ndio em um pr&#233;dio comercial. Poucos minutos depois o Corpo de Bombeiros confirmou tratar-se de um inc&#234;ndio em uma loja de colch&#245;es&#8221;. </description>
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	<item rdf:about="http://introjornalismo.blog.terra.com.br/liberdade_para_a_imprensa">
		<title>Liberdade para a imprensa</title>
		<link>http://introjornalismo.blog.terra.com.br/liberdade_para_a_imprensa</link>
		<dc:date>02.05.08</dc:date>
		<dc:creator>Fábian</dc:creator>
		<dc:subject>Escolas e Faculdades</dc:subject>
		<description>Existem entidades que trabalham fortemente em busca da liberdade de express&#227;o. No lado da imprensa, ent&#227;o, temos v&#225;rias. A mat&#233;ria publicada abaixo (do site www.comunique.com.br) mostra uma realidade cada vez mais assutadora. Sem o trabalho livre da imprensa, muitos pa&#237;ses afundar&#227;o, j&#225; que n&#227;o ter&#227;o mais o aux&#237;lio externo de fiscaliza&#231;&#227;o dos direitos dos cidad&#227;os. A mat&#233;ria abaixo merece uma s&#233;ria reflex&#227;o. Boa leitura!
Freedom House aponta decl&#237;nio na liberdade de imprensa no mundo Relat&#243;rio que a organiza&#231;&#227;o Freedom House, entidade civil dedicada &#224; promo&#231;&#227;o da democracia, apresenta na quarta-feira (30/04) em Washington aponta uma retra&#231;&#227;o na liberdade de imprensa em todo mundo. &#8220;Para cada passo &#224; frente, h&#225; dois passos para tr&#225;s&#8221;, compara a diretora executiva da Freedom House, Jennifer Windsor. O estudo Liberdade de Imprensa 2008: Uma Pesquisa Global sobre Independ&#234;ncia da M&#237;dia tra&#231;a um mapa mundial baseado em dados do ano passado. Dos 195 pa&#237;ses e territ&#243;rios analisados, 72 (37%) foram classificados como Livres, 59 (30%) como Parcialmente Livre e 64 (33%) como N&#227;o Livres. O decl&#237;nio da liberdade de imprensa em cada na&#231;&#227;o declinou em rela&#231;&#227;o a 2006. O passo adiante apontado por Jennifer Windsor encontra-se no Oriente M&#233;dio e na &#193;frica do Norte. O estudo atribui a melhora a um crescente n&#250;mero de jornalistas comprometidos a fiscalizar os governos &#8211; e a cria&#231;&#227;o de condi&#231;&#245;es para a fiscaliza&#231;&#227;o &#8211; e avan&#231;os t&#233;cnicos, como acesso &#224; TV via sat&#233;lite e internet. J&#225; o passo para tr&#225;s est&#225; no Leste da Europa e nas ex-rep&#250;blicas sovi&#233;ticas. Somente 18% da regi&#227;o vive em pa&#237;ses com m&#237;dia livre. R&#250;ssia, Ge&#243;rgia e Quirguist&#227;o apresentar&#227;o as maiores quedas nos &#237;ndices. Na &#193;sia e Pac&#237;fico, as restri&#231;&#245;es se acentuam em Paquist&#227;o, Bangladesh e Sri Lanka. Na &#193;frica Sub-saariana est&#227;o tr&#234;s dos cincos rebaixamentos de categorias: Benin foi de Livre para Parcialmente Livre e &#193;frica Central e Niger ca&#237;ram para N&#227;o Livre. Am&#233;ricas Sobre as Am&#233;ricas, o estudo apresenta preocupa&#231;&#245;es com a viol&#234;ncia contra jornalistas no M&#233;xico e a transfer&#234;ncia da Guiana para Parcialmente Livre. Na Europa, decl&#237;nios em Portugal, Malta e Turquia &#8211; o &#250;nico pa&#237;s Parcialmente Livre no continente. O relat&#243;rio ser&#225; lan&#231;ado oficialmente no Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, 03/05. A apresenta&#231;&#227;o de hoje, no rec&#233;m-inaugurado Newseum de Washington, ter&#225; a exibi&#231;&#227;o do Mapa da Liberdade de Imprensa 2008. </description>
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	<item rdf:about="http://introjornalismo.blog.terra.com.br/caso_isabella_x_ibope">
		<title>Caso Isabella X Ibope</title>
		<link>http://introjornalismo.blog.terra.com.br/caso_isabella_x_ibope</link>
		<dc:date>18.04.08</dc:date>
		<dc:creator>Fábian</dc:creator>
		<dc:subject>Escolas e Faculdades</dc:subject>
		<description>Aidna vamos falar em sala de aula sobre o caso Isabella. Assim que tudo acabar vamos discutir o papel da imprensa nisso. Mas vejam como o espet&#225;culo criado est&#225; dando frutos. Sabendo disso, fica mais f&#225;cil entender o por que de tanto alarde. F&#225;cil de entender, n&#227;o aceitar. O texto abaixo &#233; do portal Comunique-se (www.comuniquese.com.br).
Audi&#234;ncia de telejornais cresce at&#233; 46% com cobertura do caso Isabella Daniel Castro, em sua coluna na Folha de S. Paulo, conta que a trag&#233;dia envolvendo a menina Isabella Nardoni, de cinco anos, morta em S&#227;o Paulo em 6/04, colaborou para que a audi&#234;ncia de programas de TV crescesse at&#233; 46%. Ele cita o Brasil Urgente, da Band, como exemplo. O Jornal da Band chegou a atingir m&#233;dia de 7,5 pontos, um crescimento de 24%. O Balan&#231;o Geral, da Record, registrou 25% de crescimento. A emissora, inclusive, deslocou 30 rep&#243;rteres e produtores e 20 cinegrafistas para cobrir o caso. J&#225; a Globo, cuja equipe respons&#225;vel pela cobertura &#233; formada por 18 rep&#243;rteres, oito produtores e 20 cinegrafistas, comemora um aumento de p&#250;blico de 9% para o Jornal Nacional, como o Jornal da Record, da emissora do bispo e empres&#225;rio Edir Macedo. Gra&#231;as &#224; cobertura do crime, na parte da manh&#227; a Record assumiu a lideran&#231;a. A Band tinha de tr&#234;s a dez equipes (rep&#243;rter e cinegrafista) se dedicando ao crime. Algumas vezes, chegou a ter mais cinco produtores. O SBT mobilizou quatro rep&#243;rteres e sete cinegrafistas &#8211; em S&#227;o Paulo h&#225; nove rep&#243;rteres. </description>
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	<item rdf:about="http://introjornalismo.blog.terra.com.br/aqui_agora_nem_esquentou">
		<title>Aqui Agora nem esquentou</title>
		<link>http://introjornalismo.blog.terra.com.br/aqui_agora_nem_esquentou</link>
		<dc:date>13.04.08</dc:date>
		<dc:creator>Fábian</dc:creator>
		<dc:subject>Escolas e Faculdades</dc:subject>
		<description>Mais uma vez o Seu S&#237;lvio Santos fez das suas. Pouco depois de trazer para o ar novamente o jornal&#237;stico Aqui Agora, ele deixa a grade de programa&#231;&#227;o para dar espa&#231;o&#160;ao Chaves, Chiquinha e seu Madruga. Ele mesmo, o seriado Chaves assume o hor&#225;rio no SBT. A tentativa da empresa de fazer vingar o Aqui Agora esbarrava no Ibope, sempre baixo. E at&#233; porrada chegou a dar nos est&#250;dios entre um dos &#226;ncoras e um produtor. Veja abaixo a nota divulgada pelo portal Comunique-se (www.comuniquese.com.br). 
SBT demite 40 com o fim do Aqui Agora Quarenta profissionais, entre jornalistas e produtores, de S&#227;o Paulo, Bras&#237;lia, Ribeir&#227;o Preto e Rio de Janeiro foram demitidos do Aqui Agora com a sa&#237;da do programa da grade do SBT. No lugar do jornal&#237;stico, entrar&#227;o os seriados Chaves e As Vis&#245;es de Raven. Internamente, a surpresa &#233; geral. Na quinta (10/04), os profissionais teriam sido avisados que a falta de um acompanhamento da audi&#234;ncia de outras emissoras no hor&#225;rio das 18h &#224;s 19h15 n&#227;o era a principal dificuldade. Nesta sexta (11/04), jornalistas e produtores chegaram ao trabalho e foram demitidos.</description>
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