Introdução ao Jornalismo - Famecos

Esse blog é para divulgar alguns textos criados por alunos da cadeira de Introdução ao Jornalismo da Famecos / PUCRS. São as primeiras aventuras dos futuros comunicadores. O espaço serve também para uma discussão sobre a profissão.

Introdução ao Jornalismo - Famecos

Esse blog é para divulgar alguns textos criados por alunos da cadeira de Introdução ao Jornalismo da Famecos / PUCRS. São as primeiras aventuras dos futuros comunicadores. O espaço serve também para uma discussão sobre a profissão.
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Terra Blog

Categoria: Dicas úteis

07.12.07

Sugestões de leituras para as férias

categorias: Dicas úteis
Pessoal, como sempre faço, segue abaixo uma pequena lista com sugestões de leitura. São livros importantes, mas poucos. Claro que a biblioteca de vocês deve crescer muito mais. No entanto, esse é um começo. Boas férias, Um ótimo Natal e Final de ano para vocês e até 2008.


Parem as Máquinas - Jornalistas que Valem Mais de 50 Contos
Jornalistas aprendem cedo que notícia é o fato contraditório, diferente. O resto é arroz de festa. E se acostumam ao anonimato, a não escrever em primeira pessoa e a disfarçar suas crenças na promessa da imparcialidade. Este livro é notícia, das boas. Inusitado, tira do esconderijo ótimos profissionais que ganham o pão escrevendo sob encomenda do Jornalismo "imparcial". Foi uma boa idéia maluca deitar essas feras no divã e abrir a caixa-preta, dispensando clichês e formalidades. Aqui, o leitor fica íntimo e espia, através dos contos, as mentes criativas dos jornalistas. Navega com eles os quatro cantos da geografia e da política, desembarca em cenas quentes ou ressacas de amor. Como gostam de sexo e de dor-de-cotovelo os jornalistas! Se fossem assim no dia-a-dia dos jornais, a imprensa divertiria mais. Esta tudo aqui: ódio e nojo à ditadura, amor pela liberdade, desvios de comportamento, ambição, corrupção e ilusão do poder, as pimentas do jornalismo. Embarcar nessa viagem e fugir da monotonia dos leads e subleads. As páginas transpiram a relação de amor e ódio entre repórter e redação e o potencial de uma turma que tem muito mais a oferecer do que supõe a vã opinião pública, cônjuge oficial do Jornalismo. Aqui os jornalistas flertam com a amante literatura, roçam na ousadia, gozam com a ficção. E resgatam um singelo pensamento da geração que enfrentou os militares, relembrado em um dos contos: "Podem pisar nas flores, mas não pisarão na primavera!".
PAREM AS MÁQUINAS - JORNALISTAS QUE VALEM MAIS DE 50 CONTOS
Editora: CASA JORGE EDITORIAL -
Autor: DIVERSOS


Chico Mendes – Crime e castigo
No começo de 1989, o jornalista Zuenir Ventura foi enviado ao Acre para uma série de reportagens sobre a morte do seringueiro Chico Mendes, assassinado em dezembro de 1988. Os textos deram ao repórter o prêmio Esso de Jornalismo. Zuenir voltou à região dois anos mais tarde e, em outubro de 2003, completou a série de matérias sobre o líder que chamou a atenção do mundo todo para a luta contra a devastação da Amazônia. Do autor de 1968, o ano que não terminou e Cidade partida - (Companhia das Letras, premio Jabuti 1995)
O autor volta ao Acre para concluir ti mais premiada reportagem sobre o herói dos Povos da Floresta reúne reportagens escritas por Zuenir Ventura a respeito do maior líder ambientalista brasileiro, assassinado ern 22 de dezembro de 1988. Chico Mendes era mundialmente reconhecido por sua luta pela preservação da Amazônia. No Estado do Acre, o seringueiro desenvolveu táticas pacíficas de resistência para defender a floresta, que a partir da década de 70 sofrera um acelerado processo de desmatamento para dar lugar a grandes pastagens de gado. O New York Times já o havia considerado "um símbolo de todo o planeta" e a ONU já o premiara, mas Chico Mendes precisou ser assassinado para ser reconhecido no Brasil. O livro de Zuenir Ventura é dividido em três partes. A primeira, "O crime", reúne as reportagens feitas para o Jornal do Brasil no começo de 1989, logo após o assassinato. Na segunda, "O castigo", estão as reportagens produzidas em 1990, juntamente com Marcelo Auler, que cobrem o julgamento dos assassinos. "15 anos depois" é a terceira parte, com textos de outubro de 2003, quando Zuenir revisitou lugares e personagens envolvidos no crime.
CHICO MENDES – CRIME E CASTIGO
Editora: COMPANHIA DAS LETRAS
Autor: ZUENIR VENTURA


Cem anos de solidão
Cem anos de solidão, Cien Años de Soledad no título original, é um livro de Gabriel García Márquez, escrito na década de 1960, publicado pela primeira vez em 1967 e considerado um marco da literatura latino-americana. No estilo de realismo fantástico, Cem Anos de Solidão cativou milhões de leitores e ainda atrai milhares de fãs à literatura constante de Gabriel García Márquez. Quinze anos após sua publicação, em 1982, Márquez ganhou o Prêmio Nobel de Literatura. Toda a narrativa se passa na fictícia cidade colombiana de Macondo, que se parece muito com Aracataca, cidade onde o autor nasceu. O livro mostra a trajetória da família Buendía, desde a fundação de Macondo até a sétima geração. Muitos falam da necessidade de se ler Cem anos de solidão com um caderninho do lado, para se traçar a árvore genealógica da família Buendía e compreender a teia de personagens que vai sendo criada à medida que os anos avançam. No entanto a real essência está em ver a história além de seus personagens e entender o círculo que se fecha ante às previsões de um fim anunciado. Há diversos elementos que se entrelaçam formando um conjunto bastante interessante, pois, como disse Pablo Neruda, "este é o melhor livro escrito em castelhano desde Quixote".
CEM ANOS DE SOLIDÃO
Editora: RECORD
Autor: GABRIEL GARCIA MÁRQUEZ


A Última Casa de Ópio
A Última Casa de Ópio é uma viagem em busca dos resquícios de uma tradição que caminha para a extinção. Partindo de Nova York rumo ao Extremo Oriente, Tosches revela lugares improváveis, acontecimentos impossíveis, pessoas incríveis e, acima de tudo, mostra o quanto nossa disparada enlouquecida ao futuro destrói costumes nobres. Pode-se perguntar: O que há de tão nobre em fumar ópio? Mas a narrativa envolvente de Tosches, recheada de interessantes referências históricas, resgata o lado sagrado e mitológico no consumo das lágrimas de Afrodite, conferindo ao controverso e milenar hábito uma deliciosa aura de requinte, que seduz até o mais conservador dos leitores. Com o olhar treinado do bom jornalista, ao melhor estilo que consagrou Hunter Thompson e Lester Bangs, a obra de Tosches revela toda sua honestidade e mostra que ainda há espaço para surpresas.
A ÚLTIMA CASA DE ÓPIO
Editora: CONRAD EDITORA
Autor: NICK TOSCHES


Outras sugestões:
A Sangue Frio – Truman Capote. Editora Abril
Abusado. O dono do Morro Dona Marta - Caco Barcellos. Editora Record
Estação Carandiru – Dráuzio Varella. Cia das Letras
A Milésima Segunda Noite da Avenida Paulista – Joel Silveira. Cia das Letras
Dentro da Floresta – David Remnick. Cia das Letras
Minhas Histórias do Outros – Zuenir Ventura. Editora Planeta
Iroshima – John Hersey. Cia das Letras (considerada a maior reportagem de todos os tempos)
  • criado por  Fábian criado por Fábian
  • Postado em 20:34:29

02.03.07

Ôpa! Começamos tudo outra vez

categorias: Dicas úteis

Olá, pessoal. Boas vindas!!! Estamos mais um semestre juntos.

Nós, que já estamos desde 2006/2 aqui neste espaço, seguimos por essa bandas. Não esqueçam que esse pode ser um local para debatermos o jornalismo em geral. Para a galera nova, os bixos da Famecos, sejam todos muito bem-vindos. Esse espaço também será de vocês.

Abro o semestre com uma boa notícia para todos. Nos vemos na Famecos.

Laboratório de Informática Geral integra alunos de todas as faculdades

     A partir desta sexta-feira, 2 de março, os alunos da PUCRS contam com um novo espaço de informática para a realização de atividades acadêmicas. O Laboratório de Informática Geral (LIG) complementa os laboratórios das faculdades. No local, estão disponíveis 90 computadores com configurações compatíveis para trabalhos universitários, além de impressoras e, em breve, um hotspot para acesso à internet sem fio (wireless). Os equipamentos podem ser utilizados por alunos de todas as unidades, que precisam apresentar a carteirinha de estudante da PUCRS.
     O LIG fica no térreo da Faculdade de Engenharia da PUCRS, prédio 30 do Campus Central (avenida Ipiranga, 6681, Porto Alegre). Funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h.
     A idéia para a criação do laboratório surgiu a partir do conceito do centro de convivências, comum em universidades americanas e européias. Trata-se de um espaço nas instituições onde há diversos serviços disponíveis no sentido de oferecer conforto e praticidade aos alunos durante o período em que estão no campus. Na PUCRS, o LIG está sob a coordenação da Gerência de Tecnologia da Informação e Telecomunicações (GTIT).

  • criado por  Fábian criado por Fábian
  • Postado em 16:02:04