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Fundado em 31 de julho de 1887 por Albertino Saraiva, o jornal ‘O Taquaryense’ (www.otaquaryense.com.br) completa 120 anos. O periódico, que é o segundo jornal mais antigo do Estado (Gazeta de Alegrete é o primeiro), mantém desde sua criação a forma original de produção e impressão. Cada frase é montada manualmente, letra por letra, e o veículo é impresso em máquina do século 19, uma rotativa francesa chamada Marionani, a mesma que imprimiu as primeiras edições do Correio do Povo. O Taquaryense é o jornal mais antigo do país a permanecer sob o comando da mesma família. As edições circulam em Taquari e na região metropolitana de Porto Alegre.
Seu ex-diretor Plínio Saraiva (que morreu em 2004) investia dinheiro pessoal para manter o semanário em funcionamento nos mesmos moldes do pai. O Taquaryense registrou fatos que marcaram a história do país e do mundo. Em suas páginas podem ser lidas matérias como a Proclamação da República e a Abolição da Escravatura; as guerras de 1914 e 1945; a revolução de 1923; o impeachment de Fernando Collor de Melo; e a ascensão de Luiz Inácio Lula da Silva. Todo o acervo do jornal foi microfilmado por meio de um projeto em parceria com o Centro Universitário Univates, de Lajeado (RS), que fez do semanário uma fundação e o transformou em um museu vivo da comunicação.
Segundo o atual diretor, José Harry Saraiva Dias , a parceria foi desfeita no fim do ano passado por falta de dinheiro, o que inviabilizou a continuidade da publicação. "Já recebemos propostas para modernizar a estrutura e garantir um retorno econômico, mas ainda não há uma decisão concreta sobre mudar o formato de impressão”, afirma Dias. O semanário, que conta com a participação de colaboradores da região e não tem redação própria, possui 500 assinantes. Os microfilmes das edições antigas estão disponíveis ao público no endereço Sete de Setembro, 1849, na cidade de Taquari, localizada a 94 Km da capital gaúcha. 



Notícia do site www.coletiva.net
Sistema Brasileiro de Rádio Digital será híbrido.
30/07/2007
O Brasil é o segundo maior mercado de emissoras de rádio do mundo – são aproximadamente 3668 rádios comerciais registradas, sem contabilizar as emissoras comunitárias. Esse mercado deve passar por profundas transformações nos próximos dois anos com a transição do sistema analógico para o digital. Segundo fontes do mercado, o governo federal deve antecipar sua decisão sobre o padrão de rádio que será adotado no país. O anúncio deve ser feito nos próximos dias e a novidade é que, ao contrário do que se imaginava, a escolha não será por apenas um dos sistemas (americano IBOC – da Ibiquity – ou o europeu DRM), mas sim pela composição dos dois em um sistema híbrido: o IBOC com FM e AM e o DRM com ondas curtas.
O Conselho Consultivo da Rádio Digital, criado em março deste ano, reúne-se nas primeiras semanas do mês de agosto. Neste encontro deve finalizar o projeto sobre o Sistema Brasileiro de Rádio Digital, o texto segue para análise do Palácio do Planalto. O sistema híbrido criado a partir da combinação entre o IBOC e o DRM será instituído através de um decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva baseado no texto encaminhado pelo Ministério das Comunicações. A fórmula encontrada pelo governo atende às reivindicações dos radiodifusores, mantendo a possibilidade de exploração de ondas curtas - o setor sempre manifestou preferência pelo IBOC por servir tanto para FM quanto para AM, mantendo as mesmas freqüências e bandas das atuais rádios analógicas.
O veículo que faz parte do cotidiano dos brasileiros e que sempre exerceu papel importante na formação de opinião agora chegará aos seus ouvintes com um som semelhante ao de um CD. Este deve ser o grande trunfo dos proprietários de emissoras rádios para convencer a população a comprar os receptores digitais.
A implantação do rádio digital deve trazer impactos também para os mercado publicitário, pois a multiprogramação representará novas possibilidades de exploração do mercado de forma segmentada, além da necessidade de divulgação pela indústria dos lançamentos de equipamentos retransmissores. Os radiodifusores terão que modernizar suas estruturas de transmissão e irradiação. Essa mudança do analógico para o digital vai exigir investimento médio de US$ 120 mil a US$ 150 mil por emissora para compra de transmissores e sistemas irradiantes digitais. Os recursos para esses investimentos viriam de modalidades financiamento que já estão sendo viabilizadas para implantação da TV Digital, que são recursos disponibilizados para os radiodifusores pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), além de outras modalidades que estão sendo discutidas pelo governo. Meio & Mensagem.
Site www.ari.org.br
Mendelski confirma notícia do site da ARI e acerta com a Guaíba.
30/07/2007
Foi confirmada hoje a tarde a informação que o site da ARI deu de uma fonte interna da Rádio Guaíba de Porto Alegre na quinta-feira, pouco antes das 18 horas. Rogério Mendelski, ex-rádio Gaúcha e atualmente na Rádio Pampa, negociava com a emissora da Caldas Júnior sua transferência que acabou acertada. Com isto Mendelski deixa a rede de Otávio Gadred e inicia sua nova fase na rádio recém adquirida pela Record. Ele vai fazer seu programa das 6h às 9h, mesmo horário que ocupa hoje na Pampa.
Flávio Alcaraz Gomes, que faz de manhã seu programa na Guaíba, deve ser contratado para o lugar de Mendelski, já que tem espaço na tv da Pampa com seu Guerrilheiros da Notícia.
O que separava Mendelski da Guaíba eram pequenos detalhes finaneiros, que acabaram sendo acertados na sexta e hoje.
Leia no site a notícia completa e aproveite para ouvir a entrevista com o jornalista no projeto Vozes do Rádio, feito por alunos da Famecos/PUCRS (http://www.ari.org.br/artigo.asp?Cod=9763)
Estudantes de Jornalismo da PUCRS podem estagiar na Record RS.
30/07/2007
Os estudantes de jornalismo da Famecos/PUC do Rio Grande do Sul poderão estagiar no Grupo Record RS, formado pela TV Record, jornal Correio do Povo e rádios Guaíba AM e FM. Acordo nesse sentido foi firmado entre as partes, com aprovação do Sindicato dos Jornalistas do RS.
Cada veículo poderá ter um estágiário para cada dez jornalistas contratados. O estágio será de seis meses, renovados por mais meio ano.
O protocolo foi assinado pela diretora da Famecos/PUCRS, Mágda Cunha, pelo vice-presidente do Grupo Record RS, Luiz Cláudio Costa, e pelo presidente do sindicato, José Nunes. Como testemunhas, assinaram a coordenadora de jornalismo da faculdade, Cristiane Finger, e o 2º secretário do sindicato, Léo Nuñez. Estiveram presentes no ato, ainda, o diretor de redação do Correio do Povo, Telmo Flor, e o gerente de Jornalismo da Guaíba, Flávio Portela.
Notícia do site www.ari.org.br